domingo, 22 de novembro de 2020

Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo


Texto retirado da página Papista, no Facebook

Liturgia Dominical: Trigésimo Quarto Domingo do Tempo Comum - Ano A

Leituras: 

- Ez 34,11-12.15-17
- Salmo 23(22)
- 1Cor 15,20-26.28
- Mt 25,31-46

 A hora do Senhor se aproxima

 A liturgia deste domingo é centrada nas palavras escatológicas de Cristo, ou seja, no que trata das coisas finais: morte, julgamento, céu e inferno. O que nós faremos com isso é a grande pergunta da liturgia.

 O profeta Ezequiel nos avisou que o Senhor viria pessoalmente buscar, nutrir, mas também separar as suas ovelhas como o Bom Pastor faz. Muitas ovelhas se separaram do rebanho e o Senhor vem buscá-las. 

 Éramos estrangeiros na Antiga Aliança, mas Jesus Cristo nos fez parte da família divina na Nova Aliança. Da mesma forma, devemos receber os que querem dEle se aproximar. As portas da Igreja nunca devem ser fechadas para quem quiser receber as Graças de Deus. Assim também deve ser a nossa vida. Ouvir, aconselhar e conduzir o próximo à Igreja de Cristo. 

 Somos pobres e doentes sem o Senhor em nossas vidas. Por isso, devemos tratar com carinho os que estão sozinhos, esquecidos, pobres e doentes pelo mundo. Restaurar a sua dignidade é imitar o Senhor. Mais que isso, ensina São João Crisóstomo, de nada adianta a mesa farta, tampouco o altar luxuoso se, ao sair da Igreja, ignoramos Cristo pedindo esmola na rua. 

 Assim também deveríamos agir com quem ignora o amor do Senhor e escolhe uma vida sem Deus. São irmãos que precisam urgentemente do nosso testemunho de vida.

 O Senhor é o pastor, cantamos no salmo. Prepararemos a mesa para recebê-lo no meio do mundo. O cristão não esconde sua fé, mas a deixa bem à mostra para que todos os que quiserem se sentar o façam. Os inimigos podem nos perturbar, pois o Reino do Senhor não é deste mundo (Jo 18,36). 

 Na segunda leitura, São Paulo nos ensina que Cristo é o novo Adão. Por um veio a morte, mas pelo outro virá a vida. Quando Ele vier, separará as ovelhas dos bodes e entregará ao Pai a Sua realeza.  

 No Evangelho de hoje, Cristo, o Rei dos Reis, cumpre as Escrituras e nos alerta para as coisas finais. Ninguém sabe o dia ou a hora (Mt 24,36), mas todos sabemos que o dia virá como o ladrão à noite (1Ts 5,2). Deus fará perguntas simples sobre a nossa vida. O que recebemos da Graça de Deus gratuitamente, teremos nós passado ao próximo? Quando éramos estrangeiros na Antiga Aliança, Jesus nos recebeu. Quando estivemos doentes e pobres sem o alimento da Eucaristia, o Senhor nos alimentou e reanimou. Quando O encontramos em necessidade na face do irmão em necessidade, seja doente do corpo ou do espírito, nós fizemos o mesmo? 

 "Todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes" (Mt 25,45), diz o Senhor. A hora, meus irmãos, é agora. Este é o último aviso antes do Advento da vinda do Senhor, também traduzido na Liturgia de hoje como um sinal profético da Sua Segunda Vinda.

 Estejamos prontos para a vinda do Senhor da melhor maneira possível. O que podemos fazer é viver os Sacramentos plenamente. Não como uma Graça egoísta, feita para nos alimentar em silêncio, mas para ser espalhada em atos, palavras, e convites à mesa do Senhor. Feliz daquele que se sentar à mesa do Senhor (Lc 14,15).

 Viva Cristo Rei!

 Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

 um Papista

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