segunda-feira, 4 de maio de 2020

Ministro Barroso do STF rebate Bolsonaro: "Forças Armadas não são de governo"

Manifestantes em ato pró-Bolsonaro exibem faixa pedindo retorno de intervenção militar — Foto: TV Globo/Reprodução
Em entrevista à GloboNews, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, comentou as declarações de Jair Bolsonaro, durante a manifestação pró-governo realizada em frente ao Palácio do Planalto  neste domingo (3).
“A mim, pessoalmente, só me preocupou uma coisa: a invocação de que as Forças Armadas apoiavam o governo. E aí eu acho que esse é um fato que traz algum grau de preocupação, porque as Forças Armadas são instituições de Estado, subordinadas à Constituição, e portanto elas não estão dentro de governo, não estão vinculadas a governo nenhum.”
Como publicamos mais cedo, Bolsonaro afirmou que o povo e as Forças Armadas estão ao lado de seu governo.
O Antagonista
Do blog: Bolsonaro na contra-mão da história 
É deplorável que um presidente da república, em vez de estar liderando o Brasil, unindo forças, pregando o diálogo entre os entes federados, conduzindo o país no combate ao coronavírus, ao desemprego, como também  na busca da melhoria da qualidade de vida para milhões de brasileiros, que não tem acesso ao saneamento básico, moradia digna, emprego com salário justo, saúde e educação  de qualidade e assim sucessivamente. Pelo contrário, desde o primeiro dia de seu governo,  que o presidente teima em caminhar  na contra-mão da história.
O presidente, cada vez com maior frequência, insiste em desrespeitar todas as orientações das autoridades da Saúde do mundo inteiro, contra essa peste chamada coronavírus, que só no Brasil já infectou mais de 100 mil pessoas e já matou mais de 7 mil, dando o mau exemplo ao participar de aglomerações, não usar máscara e ser contrário ao isolamento social.
Por outro lado, Bolsonaro, insiste em incentivar  apoiadores que pregam a volta da ditadura, são contra a democracia, atentam com  o apoio do chefe da nação, contra pilares que sustentam o Estado Democrático de Direito, a exemplo do Supremo Tribunal Federal, do congresso Nacional e da Imprensa Livre, como também agridem  enfermeiros e jornalistas, como ocorreu em Brasília, neste final de semana. Agressões que se não forem coibidas na Forma da lei, poderão se proliferar para outros segmentos da nossa sociedade.  
Neste domingo (3), Messias Bolsonaro voltou a participar e apoiar de mais um ato antidemocrático, realizado por seus apoiadores na  capital federal, desrespeitando novamente a Constituição Brasileira, que ele jurou servir e respeitar. Ato que recebeu a repulsa dos mais diferentes segmentos democráticos da nação brasileira.  O presidente e seus seguidores precisam entender que Jair Bolsonaro, eleito democraticamente para presidir a nossa nação para um mandato de quatro anos, com direito a concorrer a reeleição, não é um imperador.  É sim, um inquilino temporário do Palácio do Planalto, que deve respeito a nossa Carta Magna e ao povo brasileiro.

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