domingo, 5 de janeiro de 2020

Solenidade da Epifania do Senhor: Os reis e o Rei!

Texto retirado da página Papista no Facebook

Liturgia Dominical: Solenidade da Epifania do Senhor

Leituras: 

- Is 60,1-6
- Salmo 72(71)
- Ef 3,2-3.5-6
- Mt 2,1-12

 Na Liturgia de hoje, as profecias se cumprem na vinda e no reconhecimento do Messias por parte dos reis. Os sentimentos gerados são o exemplo daquilo que o Senhor demonstraria mais tarde em Sua Paixão sobre o mundo e o Seu Reino. 

 Na primeira leitura, o profeta Isaías nos revela que a Luz do Mundo (Jo 8,12) chegaria e os reis do mundo o reconheceriam. Também é uma profecia sobre a Catolicidade (universalidade) do reinado do Messias. Todos os filhos se reuniriam com Ele. Por fim, a vinda dos Magos seria um sinal inequívoco da identidade do Rei. 

 Tal Catolicidade é o que cantamos com alegria no Salmo. Entregamos as nossas vidas como ofertas ao Senhor. Seu julgamento é perfeito. Nos preocupamos com uma resposta imediata, por vezes nos esquecendo que o tempo é do Senhor e Ele sabe o que é melhor para nós. Adoremos ao Senhor e levemos a Sua Palavra a todas as nações com alegria e fé. 

 Na segunda Leitura, São Paulo nos lembra aquilo que por vezes não damos valor. Recebemos uma Graça além do que é imaginável com a vinda do Menino Deus que se sacrificaria para nos libertar do pecado. Todos estão convidados, basta se ajoelhar e amar o Menino Jesus. 

 No Evangelho de hoje, o rei Herodes fica perturbado com a profecia sendo realizada em seu tempo. É preciso entender que Herodes era um Edomita e em 'Nm 24,17-18' é dito que uma estrela viria de Jacó e um cetro, o símbolo do Rei, se levantaria em Israel. Edom seria conquistada e, mais tarde, a estrela apareceria e o rei assassino reconheceria que a sua hora havia chegado. 

 Os Magos, ao contrário, cumprem as profecias e adoram o verdadeiro Rei, aquele que veio julgar a iniquidade dos falsos reis como Herodes. Os presentes, ouro, incenso e mirra são, respectivamente: os símbolos da realeza de Cristo; o aroma que sobe ao Senhor em nossas cerimônias de louvor; e o óleo que unge o sacerdote eterno do Deus altíssimo. 

 O óleo também é usado para ungir os mortos e os que estão para morrer, nos lembrando eternamente da Paixão dEle que se ofereceu em sacrifício definitivo como Cordeiro de Deus. 

 Entreguemos as nossas vidas ao Senhor. Cantemos um canto novo de alegria e louvor. Todos os joelhos se dobram frente à Sua Misericórdia. 

 Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

 um Papista

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