domingo, 18 de agosto de 2019

Liturgia Dominical: Solenidade da Assunção de Maria

Breve Catequese Católica
Texto retirado da página “Papista” no Facebook

Leituras: 

- Ap 11,19;12,1.3-6.10
- Salmo 45(44)
- 1Cor 15,20-26.28
- Lc 1,39-56

 Uma mulher vestida de sol

 Quem assistiu às minhas aulas de Teologia da Aliança* se lembrará delas na liturgia deste domindo. Na primeira leitura, vemos propositalmente o último versículo do capítulo 11 do livro do Apocalipse e o começo do próximo capítulo. Para muitos leitores nos dias de hoje, parece estranho que essas passagens não façam parte do mesmo capítulo. É preciso lembrar que capítulos e versículos são adições de séculos mais tarde. Os livros da Bíblia foram escritos sem essa separação. 

 Na enorme maioria dos casos, as divisões são perfeitas e fazem todo o sentido. Esse é um exemplo de separação que pode atrapalhar o homem moderno que, instintivamente, vê a separação de capítulos como uma mudança de assunto. Nesse caso, isso seria um entendimento errado. 

 Em '2Mc 2', descobrimos que o profeta Jeremias escondeu a Arca da Aliança e ninguém jamais viu ou soube o local. Ela se perdeu para sempre. Na leitura de hoje, temos a confirmação de que a Arca da Antiga Aliança se perdeu porque ela foi substituída pela Arca da Nova Aliança. 

 A nova Arca da Aliança é Maria, que guardou dentro dela Jesus Cristo: o Pão da Vida; a Nova Lei; e o nosso Sumo Sacerdote Real, o cumprimento messiânico dos elementos antes guardados na Arca (o Maná do Céu, as Tábuas da Lei e o cajado de Aarão, o símbolo do Sumo Sacerdote). 

 Maria, assunta aos céus, agora reina à direita de Nosso Senhor, como cantamos no salmo. Ele nos conta sobre a realeza de Maria, a Rainha-Mãe vista principalmente nos tempos do Reino de Israel, como Betsabé (Betasbá ou Betsabéia). Ela merece nosso amor e nossa devoção, pois auxilia o Rei intercedendo pelo Seu povo, como sempre foi na História da Salvação. Uma grande família católica.

 O Evangelho nos ensina que a Virgem Maria foi escolhida por Deus para receber o Senhor. Foi o seu "sim" que determinou os caminhos da Salvação. Em seu canto, o Magnificat, Maria demonstra sua humildade e amor pelo Senhor em uma declaração de beleza sem igual. 

 O sacrifício de seu Filho, insuportável para qualquer mãe, é compreendido por ela como o momento de Glória do Pai. Ela aceita seu papel com a resignação da santidade. Depois da Assunção, a Virgem Maria ainda olha por nós, como é o seu papel na História da Salvação. 

 Na segunda leitura, São Paulo nos lembra que tudo vem de Cristo, nosso salvador. O que veio ao mundo com o pecado original, agora foi vencido pelo sacrifício salvífico. A morte já não tem a última palavra! Maria Santíssima foi assunta aos céus como o sinal máximo da nossa esperança para o dia em que seremos julgados por Jesus Cristo e, assim seja, viveremos com o Senhor em Seu Reino. 

 Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

 um Papista

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