sábado, 31 de março de 2018

Após a morte de Jesus, apenas Maria creu que a Ressurreição ocorreria

Maria, com a alma transpassada por uma espada (Lc 2:34-35)
Breve Catequese Católica
Por Silvério Filho

Entre a paixão e morte, na Sexta-Feira Santa, e a Ressurreição de Cristo, no Domingo de Páscoa, a Igreja vivencia o "grande silêncio", ocasionado pela ausência do rei, que está morto. [1] 

Neste intervalo de tempo, duas realidades se oferecem à nossa meditação. A primeira é a descida de Jesus Cristo à mansão dos mortos, à cisterna sem água (Zc 9,11), onde os justos da antiga aliança o esperavam, para serem aspergidos com Seu sangue e, finalmente, libertados; a segunda é a fé inquebrantável da Toda Santa Mãe de Deus, a Virgem Maria, a única que verdadeiramente creu na Ressurreição do Seu Filho, quando todos os outros ou fugiram, ou necessitaram de comprovação para verdadeiramente crer[2]. Este artigo será focado neste segundo aspecto.


Nosso Senhor Jesus Cristo, em diversas passagens dos evangelhos, disse que, para cumprir sua missão, haveria de morrer e ressuscitar ao terceiro dia. Apesar de Ele ter deixado isto claro, os apóstolos, no momento fatídico, não acreditaram. Já na Sexta-Feira Santa, antes da morte do Messias, Judas o traiu, São Pedro o negou e, dos outros dez, nove fugiram, tendo permanecido aos pés da cruz somente São João, o amado.

Os que o abandonaram não tinham fé na ressurreição, uma vez que fé é "a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem" (Hb 11.1), sendo, ainda, dom gratuito de Deus, o qual o homem não obteria se não fosse o auxílio da Graça (Ef 2,8). Ora, se eles estivessem envolvidos pela graça de Deus ao ponto de terem convicção na Ressurreição, não teriam abandonado o Messias.

Durante o martírio do Salvador, permaneciam ao seu lado, além de São João, as mulheres que estavam com o Cristo Crucificado: Maria Santíssima, Maria Madalena, Maria de Cleófas e Salomé (Jo 19:26-2, Mt 27:56 e Mc 15:40). Contudo, essa perseverança não durou até o Domingo de Páscoa.

Relata-nos São Marcos (Mc 16, 1-3) que Maria Madalena, Maria de Cleófas e Salomé compraram perfumes para ungir o corpo de Jesus, e se perguntavam quem retiraria a pedra do sepulcro para que pudessem perfumá-lo. Ora, se pretendiam perfumar o cadáver de Cristo, não criam efetivamente na sua ressurreição.

São João, por sua vez, em seu próprio relato do evangelho (Jo 20, 1-8), afirma que, no domingo bem cedo, Madalena e Maria de Cleófas se dirigiram ao túmulo e, ao perceberem que estava vazio, voltaram para contar o ocorrido a São Pedro e a ele. Ao ouvirem o testemunho, os dois apóstolos correram em direção ao túmulo, a fim de "ver com os próprios olhos". Ao chegarem lá, São João afirma que entrou no túmulo, viu e creu (Jo 20, 8). Ora, se creu quando viu, é porque não cria antes de ver. [3]

Diante disto, daquelas pessoas que ficaram com Cristo até o fim do martírio (os outros já o tinham abandonado antes), apenas uma não esteve presente em nenhuma das descrições bíblicas referentes à ida ao túmulo vazio ( Cf. Lc 24; Mt 28; Jo 20; Mc 16): a Virgem Maria. E não foi ao túmulo porque sabia que o corpo não estava lá.  


De fato, ninguém tinha a certeza, além de Maria, que Cristo fora, efetivamente, concebido pelo Espírito Santo. Por ter um bebê gerado em seu ventre sem relação sexual, só ela realmente tinha certeza da natureza divina dEle e, portanto, que haveria de ressuscitarPelo mesmo motivo, a Bíblia não relata que Jesus apareceu a ela logo após a Ressurreição.  Mas por que Cristo não não apareceria logo a sua mãe, cuja alma havia sido transpassada por uma espada, nas palavras do velho Simeão (Lc 2:34-35)? Simples: porque ela não precisava ver para crer.

Por esta fé inquebrantável, que persistiu ao silêncio e à agonia da ausência do filho amado, o magistério católico ensina que, no sábado santo, a Igreja de Cristo na Terra se restringiu à Nossa Senhora. E é nesta fé que nos agarramos neste momento de silêncio, à espera da Páscoa daq'Ele que venceu a morte.

[1] https://padrepauloricardo.org/blog/um-grande-silencio-reina-sobre-a-terra
[2] https://padrepauloricardo.org/episodios/sabado-santo-entre-a-morte-e-a-ressurreicao?utm_content=buffer86c37&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer
[3] https://www.youtube.com/watch?v=zWkc3uXbkss

sexta-feira, 30 de março de 2018

quinta-feira, 29 de março de 2018

Papa Francisco lava pés de presos e diz: ‘Sou pecador como vocês’

O papa Francisco celebrou nesta quinta-feira (29) a tradicional missa de Lava-Pés em uma penitenciária de Roma, durante a qual se ajoelhou perante 12 detentos, incluindo muçulmanos, e disse ser tão “pecador” quanto eles.
Essa foi a quarta vez que Jorge Bergoglio realizou a homilia “In coena Domini” em uma cadeia desde o início de seu pontificado, em 2013. Ao todo, o Papa lavou os pés de quatro italianos, dois filipinos, dois marroquinos, um moldavo, um colombiano, um nigeriano e um leonês.
Oito deles são católicos; dois, muçulmanos; um, ortodoxo; e um, budista. “Eu sou pecador como vocês, mas hoje represento Jesus, sou embaixador de Jesus. Quando eu me ajoelhar perante cada um de vocês, pensem: ‘Jesus se arriscou neste homem, um pecador, para vir até mim e dizer que me ama’”, afirmou Francisco, durante a missa na penitenciária Regina Coeli, a maior de Roma e situada a dois quilômetros do Vaticano.

Padre Hemerson Câmara será Vigário Paroquial de Guamaré


O Padre Hémerson Câmara, potengiense ordenado sacerdote da Igreja Católica há menos de um ano, será o novo Vigário Paroquial de Guamaré, na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição.

Pe. Hérmerson exercia até então a função de Vigário Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, esta em Lajes.

A transferência foi anunciada pelo Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, nesta Quinta-feira Santa, na Catedral de Natal.

A ele nossos votos de sucesso nessa nova missão, guiado pela Virgem Maria e seu filho Jesus.

Imagens do Rio Potengi descendo com mais uma cheia

Depois de uma tarde e noite de chuvas ocorridas no município de São Tomé, o Rio Potengi, para a alegria dos potengienses está descendo com mais uma cheia. Vamos torcer que a água chegue a Barragem Campo Grande. 

A informação com fotos publicadas nas redes sociais é do Blog São Tomé Notícias.

quarta-feira, 28 de março de 2018

BCC: Por que a morte de Jesus foi necessária para o perdão dos nossos pecados?




Breve Catequese Católica
Texto: Padre Paulo Ricardo

É comum ouvir a expressão “Cristo morreu na cruz por nós", mas o que ela significa? Como funcionou, na prática, a redenção dos pecados da humanidade através da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz? 

No Antigo Testamento animais eram sacrificados, pois havia uma aliança entre Deus e o povo de Israel, na qual esses deveriam cumprir a referida aliança obedecendo à Lei. Cabia ao povo ser fiel, todavia, a Lei era muitíssimo rígida, tanto que era quase impossível cumpri-la à risca. Deste modo, foram criados mecanismos para a chamada “expiação", por meio da qual o povo seria redimido de suas faltas. Um dia no ano era dedicado à expiação - o Yom Kipur. 

O Sumo Sacerdote entrava no Santo dos Santos, lugar mais sagrado do Templo - onde pronunciava o nome de Deus e aspergia o propiciatório com o sangue das “vítimas". O propiciatório, por sua vez, era o lugar onde Deus estava. O sangue significava que o homem merecia, de fato, a morte, pois não obecera a Lei. Ao jogar o sangue cheio das misérias naquele lugar santo, ele se tornava purificado por causa da presença de Deus. O Santíssimo (Deus) purificava o sangue (povo). 

Ora, logo os profetas passaram a denunciar a insuficiência desses cultos e sacrifícios. Era evidente que o sangue de touros, bodes e carneiros não purificava nada. O sacrifício era sempre incompleto e precisava ser repetido todos os anos. Era desejo de Deus que os homens O obedecessem, que cumprissem a Lei plenamente. E, para que o povo honrasse a Aliança era necessário que tivesse um novo coração. Foi o profeta Ezequiel que deu a chave: “ Dar-vos-ei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e voz darei um coração de carne" (36,26). 

O Antigo Testamento se fecha, portanto, com essa grande expectativa: um coração novo! E a promessa se cumpriu em Jesus Cristo. Deus se fez homem para dar ao homem um coração novo, um coração obediente que realizou a Lei completamente e a Aliança Perfeita. A união perfeita entre Deus e o homem acontece na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

O Catecismo da Igreja Católica resume de forma magistral esta realidade: Quando São Paulo diz de Jesus que “Deus o destinou como instrumento de propiciação, por seu próprio Sangue, quer afirmar que na humanidade deste último “era Deus que em Cristo reconciliava consigo o mundo. (433) 

Jesus é o propiciatório! Ao derramar Seu sangue na Cruz, o sangue da vítima toca o propiciatório, por assim dizer e ali acontece o sacrifício expiatório definitivo, posto que perfeito. Na Cruz, o puro e imaculado que é Jesus, toma sobre si os pecados da humanidade. Não mais simbolicamente, como no Antigo Testamento, mas de forma real. A miséria, o pecado, a desgraça, a morte tocam no propiciatório que é Jesus e tudo é lavado, purificado, liberto. Para isso é que foi necessária a morte de Cristo na Cruz.

O que abre e o que fecha nesta Quinta-Feira Santa


Nesta Quinta-Feira-Santa, 29 de março, valendo dizer que é ponto facultativo, portanto não é feriado nacional, fecham escolas, repartições estaduais e municipais. Abrem: bancos, comércio, correios, lotéricas e repartições federais.  Na Sexta-Feira-Santa, por ser feriado nacional, fecha tudo.

Chove em São Paulo do Potengi

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Manhã chuvosa em nossa cidade. Nesse momento (11 horas e 45 minutos) chove moderadamente, em São Paulo do Potengi. O tempo está bastante nublado, ótimas pespectivas da volta do inverno para a alegria de todos nós potengienses e nordestinos.

O Brasil se apaixonou pelo caos e pela insensatez


Josias de Souza

É preciso reconhecer que o Brasil apaixonou-se pelo desastre. Se os últimos acontecimentos indicam alguma coisa é que essa paixão nacional pelo insolúvel é plenamente correspondida. O último privilégio da nação é poder formular sua própria receita para o caos. Do jeito que vão as coisas e as pessoas, a expectativa é fúnebre. Organiza-se o funeral da sensatez. Depois, todos se culparão mutuamente pela sua morte. Mas o estrago estará feito.
A convulsão que toma as redes sociais, nos choques de ódio, transborda para a praça. Condenado a 12 anos de cana, Lula está no palanque, não na cadeia. Inelegível, fantasia-se de candidato. Suas manifestações são cada vez mais desconexas. No Sul, entrega-se à rotina de percorrer plateias companheiras. Mas elas são cada vez menores. E passaram a ser perseguidas por milicianos travestidos de opositores. Jogaram pedras. Arremessaram ovos. Dispararam três tiros contra um par de ônibus da caravana —um levava jornalistas. Outro, convidados.
A presidente do PT, Gleisi ‘vai ter que matar gente’ Hoffmann, ergueu a voz: “É um atentado, foi uma embuscada, é tiro. Querem matar o presidente Lula.” Ao lado de Gleisi, o próprio Lula. Atrás, o companheiro Stédile, personagem que o pajé do PT evoca sempre que deseja informar que sua infantaria inclui o “exército” do MST.
O  pedaço do movimento anti-Lula que não se esconde no mato para puxar o gatilho exibe em manifestações barulhentas uma simpatia irrefreável por Jair Bolsonaro. Alguns desses rivais levam à vitrine um paradoxo: caminham para as urnas enrolados numa bandeira metafórica da volta dos militares. É a turma da “direita já”.
A esse ponto chegou a polarização nacional: Lula e Bolsonaro tornaram-se cabos eleitorais um do outro. E o eleitor brasileiro aproxima-se do dia da eleição enxergando um enorme passado pela frente. A preferência de metade do eleitorado oscila entre um condenado por corrupção e um defensor da “bancada da metralhadora” no Congresso.
Alguém já disse que a civilização é o que sobra para ser desenterrado mil anos depois. Quando os arqueólogos desencavarem o que restou do Brasil, encontrarão os sinais de uma sociedade doente. Nela, denunciado por corrupção disputa a reeleição, reforma ministerial vira troca de cúmplices, autoridades assassinam na internet a reputação de uma vereadora fuzilada…
Nessa sociedade em ruínas, magistrados supremos sofrem ameaças, corruptos trafegam livremente sob a marquise do foro privilegiado e o Supremo Tribunal Federal, além de não condenar ninguém acima de um certo nível de poder e renda, cultiva a política das celas vazias para os poderosos que tiveram o azar de ser alcançados pelas instâncias inferiores do Judiciário.
Juntando todos os achados, os responsáveis pela arqueologia do Brasil chegarão à receita perfeita do caos: tiros, ovos, ladroagem, cadáver e muita insensatez —com o Supremo, com tudo.

Do Blog:  O artigo do conceituado jornalista Josias de Souza (conhecido nacionalmente), pela sua mensagem impactante e de alerta, merece ser lido e refletido nas igrejas, templos, praças, escolas... para que as pessoas (especialmente as do bem) possam tomar conhecimento e de mãos dadas fazer algo para tirar o Brasil do caos, em que o meteram.

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