quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Diretório comandado por Henrique recebe 5 milhões de empresas envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras

A OAS e a Queiroz Galvão, empresas envolvidas no suposto esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, doaram R$ 5 milhões para o Diretório Estadual do PMDB, presidido pelo candidato a governador Henrique Eduardo Alves. E, desse valor, mais de R$ 1 milhão foram repassados a campanha do próprio Henrique. A informação foi veiculada na manhã de hoje pelo portal de notícias Universo Online, do Grupo Folha de S. Paulo. Foram R$ 3 milhões da OAS e R$ 2 milhões da Queiroz Galvão.
Henrique foi citado ao lado do presidente do Senado, Renan Calheiros, como suposto beneficiário de propinas pagas com sobra de recursos oriundos de contratos bilionários superfaturados da Petrobras. Ao todo, o ex-diretor da Petrobras afirmou, em depoimento, segundo a revista, que 12 políticos estiveram envolvidos em esquema de corrupção na estatal. Além de Henrique e Renan, foram citados o ex-governador do RJ, Sérgio Cabral, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte, e os senadores Ciro Nogueira e Romero Jucá, e os deputados Cândido Vacarrezza e João Pizzolatti.
Procurado pela reportagem do UOL, Henrique Alves e seus assessores não atenderam às ligações. Ontem, ele usou seu programa eleitoral na TV para rebater as acusações de envolvimento em um suposto esquema de corrupção na Petrobras. “Não existe ali nenhuma denúncia contra mim fundamentada em provas, documentos ou testemunhas”, disse. Segundo reportagem publicada pela revista “Veja” no último sábado 6, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou, em delação premiada a procuradores federais, que políticos do PMDB, PP, PT e PSB receberam propina de empreiteiras que firmaram contratos com a estatal – entre elas, OAS e Queiroz Galvão. O montante que teria sido desviado da estatal apenas para propinas chegaria a 3% dos contratos – cifras bilionárias.
Aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Norte, silenciaram na manhã de ontem sobre a citação do nome do aliado na delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, conforme revelado pela revista Veja. O presidente do DEM, senador José Agripino Maia, o deputado federal Felipe Maia (DEM), o deputado federal João Maia, presidente estadual do PR, e a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, presidente estadual do PSB, preferiram não abordar o tema, considerado delicado para a campanha do candidato peemedebista.
Jornal de Hoje

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